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Pensamento: o fluido mental

Publicado em 7 de agosto de 2018 por Dr. Alexandre Serafim

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PENSAMENTO: O FLUIDO MENTAL

 

Inicialmente, temos que entender um pouco do nosso funcionamento cerebral e orgânico. O nosso cérebro é o receptor de todas as nossas sensações – tanto internas, do corpo físico, como externas, do meio onde vivemos. Todos esses estímulos que recebemos são transformados pelo sistema nervoso em impulsos elétricos, que desencadeiam estímulos químicos, os quais são armazenados em áreas específicas do cérebro, como a memória, para posteriores assimilação, comparação e resposta a outros estímulos.

O cérebro, na verdade, pode ser comparado a um enorme computador cujos condutores principais são de origem química e elétrica, lembrando que toda eletricidade gera ao seu redor magnetismo. Dessa forma, quando recebemos um estímulo, seja de modo consciente ou inconsciente, formulamos uma resposta através do pensamento.

Esse pensamento gera, então, uma força de resposta também eletroquímica, dando condições ao nosso corpo de responder ao estímulo recebido com mudanças fisiológicas internas (mudança de frequência cardíaca e respiratória, tônus muscular, liberação de hormônios ou outras alterações). Consequentemente, na exteriorização dessa resposta, apresentamos determinado comportamento no meio onde estamos naquele momento (raiva, agressão, fuga, alegria, riso, choro e outros).

A MENTE

A nossa mente, por meio desses mecanismos de estímulos e respostas, gera energia de característica elétrica, magnética e química. Dessa forma, concluímos que pensamento é energia, a qual pode se propagar tanto para dentro como para fora do corpo físico.

No livro Evolução em dois mundos, André Luiz batizou essa energia de “fluido mental”. Por sua vez, o espírito Áureo, no livro Universo e vida, nomeou-a de “fluido mentomagnético” e explicou que sua exteriorização ocorre por ondas eletromagnéticas.

Toda onda tem uma frequência e uma amplitude, que lhe permitem certa sintonia – lembrando que sintonias afins tendem a se unir. Desse modo, ocorre afinidade entre duas faixas de mesma frequência e mesma amplitude. Portanto, nós nos unimos a outros pensamentos similares aos nossos por meio dessa energia, ou seja, recebemos o que emitimos.

PENSAMENTO É ENERGIA

Por orientação dos espíritos que participaram da codificação do espiritismo, sabemos que Deus criou o fluido cósmico, que a tudo permeia, de modo que a substância primordial ou éter é moldável ou plástica, podendo ser transformada em inúmeras outras estruturas, algumas conhecidas por nós pela tabela periódica. Essa característica plástica faz com que o éter se modifique de acordo com as energias atuantes. E, pelo que vimos anteriormente, o pensamento é uma energia.

O pensamento, então, poderá causar uma impressão sobre o éter cósmico. Já a energia deste, de acordo com sua intensidade vibratória, poderá formar partículas de pensamento mais ou menos densas, dependendo das boas ou das más intenções da nossa forma de agir e pensar.

O agrupamento dessas partículas por afinidade vibracional formará no plano extrafísico o que denominamos de formas-pensamento ou egrégoras. Estas poderão ganhar mais força e dimensão quanto mais forem alimentadas por pensamentos afins, podendo cobrir toda uma região ou até todo um planeta, formando a chamada psicosfera ou correntes mentais de pensamento.

Esse processo também cria ao nosso redor uma psicosfera própria, que alguns chamam de aura. Esta é considerada a verdadeira impressão da nossa identidade moral e pode ser visualizada pelo plano espiritual.

NOSSAS AÇÕES

De acordo com nossas buscas, ações e pensamentos, vamos nos unir às psicosferas circulantes afins, atraindo para nós suas energias, as quais poderão ser benéficas ou maléficas à nossa estrutura física ou espiritual. É fundamental lembrar, nesse sentido, que os espíritos que nos circundam também visualizam essas energias com as quais nos afinamos. No Evangelho segundo o espiritismo, o item 20, no capítulo XXVIII, traz boa orientação sobre isso: “O espírito não o teria arrastado ao mal, se não o tivesse julgado acessível à sedução”.

Talvez por isso Jesus tenha nos deixado estas duas importantes orientações:

Vá e não peques mais, para que nenhum mal maior te suceda;

Orai e vigiai.

 A felicidade ou a infelicidade está em nossas mãos, ou melhor, nos nossos pensamentos!

 

Dr. Alexandre Serafim, presidente da Associação Médico-Espírita do Vale do Paraíba, é parceiro do Colegiado e ministra o curso Medicina da Alma para os afiliados ao Colegiado de Guardiões da Humanidade.

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