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Terapias integrativas e psicobioenergética: o que são e para que servem?

Publicado em 26 de março de 2021 por Robson Pinheiro

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Todo método que visa descobrir as causas e os sintomas dos problemas físicos, psíquicos ou psicossomáticos e, por meio de tratamento adequado, restabelecer a saúde e o bem-estar do paciente.

 

TERAPIA: todo método que visa descobrir as causas e os sintomas dos problemas físicos, psíquicos ou psicossomáticos e, por meio de tratamento adequado, restabelecer a saúde e o bem-estar do paciente.” (Dicionário Michaelis On-line, 2021)

 

Vivendo em meio a um cenário tão conturbado e desafiador como nos tempos atuais, não é raro encontrar pessoas levadas por dor, angústia, raiva, desânimo ou mesmo depressão. A revista Forbes informa que o Brasil já estava, segundo a Organização Mundial de Saúde, entre os países com maior índice de ansiedade mesmo antes da pandemia, quando a Covid-19 chegou para piorar o cenário.

Paralelamente a essa realidade atual — e provavelmente ainda por muito tempo —, vemos crescer exponencialmente o interesse pela saúde integral, que aborda as questões físicas, mentais e emocionais do ser. A busca por terapeutas aumentou 400% durante a pandemia, conforme o maior site de contratação do país, GetNinjas, que ainda acrescenta que tal cenário afetou a saúde mental da população em geral, inclusive de quem não foi contaminado.

A humanidade necessita de acolhimento e de cura, alerta Robson Pinheiro!

Este artigo tem como objetivo elucidar a respeito de ferramentas importantes para aqueles que desejam acolher, já se dedicam à cura ou querem começar a oferecer soluções eficazes para a saúde das pessoas.

 

MEDICINA INTEGRATIVA E TERAPIA INTEGRATIVA

Você já deve ter ouvido falar que problemas psicológicos e emocionais podem causar doenças físicas, certo? O contrário também pode acontecer: alterações no nosso corpo podem gerar complicações psicológicas, como depressão e ansiedade. É aí que entra a medicina integrativa, que cuida de todas as áreas do paciente enquanto indivíduo.

Então, essa abordagem procura integrar todas as influências que podem afetar o ser humano: físicas, mentais, emocionais, sociais, espirituais e ambientais. Isso quer dizer que, quando o paciente aparece no consultório com alguns sintomas, são analisados variados fatores, como mente e espírito, independentemente de a queixa inicial ser física ou psicológica.

Assim como na medicina integrativa, as terapias integrativas e a psicobioenergética abrangem o indivíduo como um todo. Essas técnicas visam proporcionar mais qualidade de vida ao promoverem equilíbrio, bem-estar, harmonia, melhora do sistema imunológico e da autoestima, além de desbloqueio de ideias e crenças limitadoras, aumentando, assim, a qualidade de vida da pessoa, entre inúmeros outros benefícios.

O magnetismo, a bioenergética, a hipnoterapia e a programação neurolinguística são exemplos de práticas terapêuticas integrativas. 

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MAGNETISMO: UMA PODEROSA FERRAMENTA TERAPEUTICA

Em 2017, o magnetismo — ou a prática de imposição de mãos, termo adotado pelo Ministério da Saúde — passou a integrar o SUS como modalidade consolidada na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), atualmente presente em 3.173 municípios, cobrindo 88% dos estabelecimentos dedicados à atenção básica.

Dos diversos tratamentos utilizados para o reequilíbrio bioenergético, o magnetismo é um dos recursos que mais têm contribuído, de forma muito eficaz, no auxílio a quem busca a saúde integral, conforme relata Joseph Gleber no livro Medicina da alma, psicografado pelas mãos de Robson Pinheiro. O autor refere-se ao magnetismo animal ou mesmerismo, técnica desenvolvida pelo médico alemão Franz Anton Mesmer (1734-1815), segundo o qual os seres vivos são dotados de um fluido magnético com poderes curativos, capaz de ser transmitido de um corpo a outro por contato ou proximidade física.

Ainda segundo Joseph Gleber, essa energia poderosa pode atuar na reconstituição eletromagnética do corpo espiritual, ou perispírito, como também do corpo vital, ou duplo etérico. Esse método pode ser empregado utilizando-se desde a simples imposição de mãos até diversas técnicas desenvolvidas por eminentes magnetizadores do passado.

Os passes longitudinais, ou de grandes correntes, por exemplo, quando aplicados na região do sistema nervoso central e do córtex cerebral, com vistas ao equilíbrio orgânico, tendem a destruir os parasitas e as larvas astrais que possam estar aderidos a essa delicada região, onde interagem as energias dos dois planos da vida. Igualmente, quando aplicados sobre a parte frontal, produzem benéficos resultados sobre o psiquismo, desobstruindo os canais de energia por onde circula o elemento divino – a energia cósmica ou o prana, para os hindus –, que irriga a fisiologia energética do ser humano.

Já os passes rotatórios administrados sobre os diversos chacras, com o devido conhecimento, podem infundir-lhes os fluidos revitalizantes responsáveis por seu funcionamento harmonioso, conforme a necessidade de cada um. Assim, quando os chacras se encontram momentaneamente paralisados pelos desequilíbrios gerados pelo homem, tais passes podem despertar os fulcros energéticos para suas atividades sagradas.

Ministrada sobre o coronário, a energia superior passa a penetrar no cosmos interior, irrigando todos os chacras de forma harmônica. Promove, desse modo, a elevação vibratória desses centros energéticos, que passarão a funcionar como dínamos geradores do energismo divino.

Em tempo, é importante salientar que o magnetismo empregado nos processos de cura, nos passes magnéticos, não é da mesma natureza do magnetismo que se observa no ímã e em outros materiais. Joseph Gleber elucida que:

No plano dos fluidos, ou dimensão astral, é comum a existência de matéria que vibra de forma mais intensa que no plano físico, e essa matéria astralina, podemos dizer, é basicamente fluida, diferente da matéria do plano físico, e de caráter magnético, sendo facilmente moldável pela ação da mente, através do pensamento.

A existência desse plano eletromagnético na natureza poderá, no futuro, ser apreciada pela ciência, e seus mananciais, utilizados em maior amplitude por meus irmãos cientistas e terapeutas.

Obviamente, por ser constituído de fluidos que vibram em estados diferentes de existência, o magnetismo peculiar a essa matéria astral e utilizado nos processos de cura, após as transformações pelas quais passa, não é o mesmo magnetismo que atrai as limalhas de ferro, mas continua sendo uma força magnética, embora em outra escala vibratória, agindo em processo de sintonia em todas as manifestações da energia ou dos fluidos, quando canalizados para a saúde do ser humano, produzindo campos bioelétricos que ativam os chacras, o conjunto de plexos e todo o sistema circulatório do corpo físico. Essa propriedade do fluido magnético explica, também, a ação dos medicamentos homeopáticos e dos florais, na sua íntima relação com os corpos mais sutis. (Robson Pinheiro. Medicina da alma, 1997, p. 197-198)

 

COMPREENDENDO A CIÊNCIA POR TRÁS DAS TERAPIAS INTEGRATIVAS E DA PSICOBIOENERGÉTICA

Do mesmo modo como as ciências oficiais da atualidade resultaram da evolução do pensamento e de teorias aplicadas por outros ramos do conhecimento, também as chamadas terapias integrativas evoluíram e se estruturaram a partir de outras tantas observações de diversas áreas. Partindo de material derivado de experiências milenares expressas em certas verdades científicas, as abordagens integrativas e psicobioenergéticas são hoje resultantes de muitas hipóteses levantadas, pesquisas realizadas e considerações emitidas sob os auspícios da ciência moderna ou de disciplinas ainda mais antigas.

Podemos afirmar, com plena convicção, que todas as ciências avançam a cada dia, tendo como base teorias e hipóteses formuladas e testadas por pensadores de várias épocas. Não é diferente com relação à terapia integrativa, e muitas de suas abordagens, ou vertentes, pouco a pouco vão conquistando valor e reconhecimento entre as demais escolas científicas. Estruturada nas chamadas paraciências e nas manifestações da energia, porém, sem desprezar os avanços científicos e as descobertas laboratoriais, a psicobioenergética igualmente emerge como um campo merecedor de crédito.

Para essa nova disciplina, das terapias integrativas, a energia é um dos denominadores comuns de todos os fenômenos, ainda que escapem de seu raio de investigação. É o caso da rica fenomenologia mediúnica e paranormal, que, embora possa ser abordada pela nova ciência e até abrigada em seus postulados, faz parte de outra ainda mais ampla: a ciência do espírito. Portanto, para a terapia integrativa ou psicobioenergética e outras subdisciplinas que eventualmente surjam ou estejam em elaboração, fenômenos inexplorados de riqueza imensa e indiscutível, sejam eles de ordem física ou não física, merecem lugar especial, com enfoque sempre no ser energético, transpessoal.

De acordo com Robson Pinheiro, em seu livro Energia, Paracelso denominava essa realidade energética, ou a psicobioenergia, de arqueo; Francisco Racanelli apresentava-a com o nome de energia biorradiante; entre os hindus, era conhecida como acasa; pelos hebreus, como aor; energia fisionuclear e energia formativa, segundo Paul Kammerer. São exemplos entre tantos outros que a descreveram e a catalogaram brilhantemente ao longo dos séculos.

Nesse sentido, cabe à nova disciplina integrativa a divulgação e a utilização, numa escala ainda mais ampla, daquilo que já era conhecido, percebido e concebido por imensa quantidade de sábios e estudiosos. Só muito recentemente na história da humanidade pós-revolução científica é que a realidade energética humana foi reconhecida, ainda que não em caráter oficial, mas efetivamente descortinada e pesquisada por um grupo numeroso de estudiosos, que fazem ponte entre as modernas descobertas científicas e o conhecimento trazido desde as remotas eras da humanidade.

Enfim, a realidade da bioenergia, ou da psicobioenergética, é a cada dia mais reconhecida e desbravada por diversas escolas, em diversas latitudes do planeta, até mesmo por expoentes da medicina tradicional, tanto quanto nos tratamentos das chamadas ciências emergentes.

 

PSICOBIOENERGÉTICA: RESPONSABILIDADES DO CONSULENTE

A psicobioenergética engloba também, como mencionado, as áreas psicológica e emocional, mental e comportamental.

No afã de estabelecer suas metas pessoais, seus objetivos e suas conquistas, é útil lembrar que qualquer conquista na vida se deve primeiramente a uma decisão individual, resultante de se permitir usufruir de algo bom para si mesmo. Outro fator essencial que entra em cena é a chamada motivação. Atingir objetivos e metas como resultado dos próprios esforços é algo possível, mas sempre é preciso levantar a questão: que espécie de prazer pessoal isso acarretará na minha vida?

Você estará mais propenso a lutar por seus objetivos e metas, mais disposto a se permitir experimentar os resultados positivos exatamente no momento em que o prazer e a satisfação forem, em todos os sentidos, admitidos como participantes íntimos de seus projetos. Aí, sim, haverá forças para prosseguir na caminhada e elaborar cada passo em busca daquilo que você deseja.

 

UNINDO TERAPIAS PARA O CUIDADO CONSTANTE

Em grande parte das vezes, as terapias energéticas, por si sós, não são capazes de restaurar os danos causados nos corpos físico e emocional dos indivíduos – como ocorre com qualquer terapia, diga-se de passagem. Portanto, é altamente recomendável associar as técnicas de energização e transferência bioenergética a tratamentos convencionais, sem desprezar os progressos alcançados pela medicina e pela ciência tradicional. Ressalta-se, então, que os métodos integrativo e psicobioenergético, ao menos por enquanto, são complementares às metodologias convencionais, e não substitutos da ciência médica.

 

OUTRAS ABORDAGENS PODEROSAS: HIPNOTERAPIA

“Hipnoterapia é o conjunto de técnicas que induzem a pessoa a alcançar um estado de consciência aumentado, que permite alterar comportamentos indesejados.”
(
Ministério da Saúde, PICS, acessado em 27/03/2021)

A aplicação da hipnose como ferramenta terapêutica — ou hipnoterapia, nos termos adotados pelo Ministério da Saúde — também está consolidada na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), adotada pelo SUS desde 2017.

Segundo Thiago Porto, hipnoterapeuta internacionalmente reconhecido, a hipnose é a capacidade de acessar uma camada mais profunda da mente (chamada de subconsciente) e, assim, ter acesso a todas as programações mentais que existem lá. Segundo Porto, antes de ampliar o entendimento do que é hipnoterapia, é importante compreender como esse acesso é feito e observar os benefícios de atuar nessa camada, principalmente, como a vida de uma pessoa pode melhorar a partir disso.

 

1. Primeiro, precisamos entender a mente humana, que é o local onde a hipnose funciona:

– A mente é uma representação do nosso cérebro.

– O cérebro é uma máquina de produzir sinapses.

– As sinapses são programações mentais que determinam nossos comportamentos, tanto os que nos fazem bem quanto os que nos fazem mal (compulsões, medos, tristezas, desânimo, raiva, etc.).

– O comportamento de uma pessoa, ou seja, a maneira como ela se comporta diante de uma determinada situação, é o que determina o sucesso ou o fracasso em sua vida.

 

2. Em seguida, para compreendermos a mente, vamos dividi-la em 3 camadas; é importante salientar que a hipnose só funciona no subconsciente.

Consciente: armazena programações mentais que são percebidas e controladas: força de vontade, pensamentos lógicos, racionais, analíticos, críticos. Consiste em todos os comportamentos, vontades que uma pessoa pode controlar, por exemplo, quando você decide se vai ou não atender a uma chamada de número desconhecido em seu celular ou qual roupa usar no seu dia… Você consegue perceber a vontade de atender e a vontade de não atender ao telefone chamando e você controla o final da história (se vai atender ou não); você percebe a vontade de vestir uma roupa ou outra e decide qual escolher (seja qual for o critério de decisão, pelo fato de combinar melhor com a agenda do dia, porque a previsão do tempo está determinando, ou racionalmente porque você quer.)

Subconsciente: armazena programações mentais mais profundas, que são percebidas, mas não controladas: basicamente, programações emocionais, de hábitos… Quando uma pessoa percebe que está com medo de dirigir, ou com medo de um inseto, ou ainda com uma tristeza, uma preguiça e gostaria de não sentir essa emoção – que causa prejuízo –, mas não consegue mudar o final da história e alterar a emoção que sente, mesmo sabendo que é prejudicial, essa pessoa está lidando com uma programação mental subconsciente.

Inconsciente: armazena programações mentais mais profundas ainda, que não são percebidas nem controladas: basicamente programações mentais que cuidam da saúde, da fisiologia. Por exemplo, enquanto você está lendo este texto, suas unhas estão crescendo, seu cabelo está crescendo (talvez), seu sistema imunológico está combatendo alguma inflamação por aí… Certamente você não percebe e não controla essas ações, mas acredite: existem sinapses na sua mente fazendo com que isso aconteça.

 

3. Agora, precisamos entender o que é atenção.

Existem vários sistemas naturais funcionando na mente, e um deles é o sistema de atenção. Considere que todas as pessoas possuem uma cota de 100% de atenção para utilizar, e essa cota é distribuída entre as camadas consciente e subconsciente. Quanto mais atenção dedicarmos a uma dessas camadas, mais recursos estarão disponíveis (consciente: raciocínio lógico, aprendizado, pensamento analítico, crítico, força de vontade, etc. / subconsciente: controle emocional, comportamentos, hábitos, vontades, etc. ) e mais consumo de energia (glicose*) haverá nessa camada.

*Quando uma programação mental é ativada, ou seja, uma sinapse é ativada, o cérebro queima glicose, que está disponível no sangue como fonte de energia.

Na maior parte do dia de um adulto, podemos considerar que sua cota de atenção fica dividida em cerca de 80% para a camada consciente e 20% para o subconsciente. Isso porque as responsabilidades da vida adulta exigem mais atenção para as funções conscientes: raciocinar, pensar, criticar. Assim, com menos cota de atenção para o subconsciente, conseguimos controlar/acessar menos funções dessa camada, geralmente o suficiente para diálogos internos.

 

4.Enfim, a hipnose:

A hipnose é a habilidade de transferir, de maneira controlada, mais atenção para a camada subconsciente. Simples assim. E vários sistemas fisiológicos permitem essa transferência, tais como: estresse/sobrecarga do sistema nervoso, relaxamento, quebra de padrão racional, etc.

Quando uma pessoa transfere mais atenção para o subconsciente, ela passa a ter mais acesso aos recursos dessa camada. Consequentemente, têm menos acesso aos recursos conscientes durante o tempo de hipnose, mas jamais chega a ficar sem consciência.

Sendo assim, a hipnoterapia pode auxiliar em reprogramações emocionais, traumas, comportamentos indesejados, regressão da memória, além da tratativa de sintomas psicossomáticos.

 

OUTRAS ABORDAGENS PODEROSAS: PNL

Você já parou para pensar sobre como o seu cérebro funciona? Como é que você aprende, como faz escolhas? Por que se emociona, entra em conflitos, se sabota? A Programação Neurolinguística (PNL) busca responder a essas e outras perguntas.

Em suma, a PNL é uma área de conhecimento que se baseia na compreensão da nossa neurologia, da nossa linguagem, da psicologia e da antropologia para compreender a nossa programação mental. Isso quer dizer que a PNL traz recursos para compreendermos como o ser humano funciona e se relaciona para atuar dentro desses preceitos.

O praticante da PNL, antes de tudo, assimila a filosofia da PNL. Isso lhe permite lidar melhor com os próprios processos, com inteligência emocional e autoconhecimento. Ao se relacionar com outras pessoas, o PNLista utiliza a PNL para compreender a estrutura da outra pessoa, como um todo ou para um contexto específico.

Além disso, a aplicação de PNL envolve uma série de técnicas para ajudar a resolver conflitos.

A PNL é indicada para todos que buscam recursos para lidar com os próprios processos e se relacionar bem com qualquer pessoa. É um conhecimento muito útil para quem deseja compreender as estratégias geniais das pessoas e replicá-las, assim como compreender as situações que levam a conflitos e como resolvê-las.

A PNL pode ser somada a qualquer linha profissional — por isso tratamos dela aqui —, uma vez que todos precisamos administrar a nós mesmos e obter resultados de outras pessoas. Desde gerentes, supervisores, vendedores, profissionais de RH até psicólogos, terapeutas, médicos, advogados, professores, todos podem se beneficiar dos conhecimentos e dos métodos da PNL.

Existem muitos “mapas” que tentam explicar como os seres humanos funcionam. A PNL é mais abrangente que isso, pois, considerando-se a analogia dos sistemas que apresentam mapas, pode-se dizer que a PNL busca ensinar cartografia. Afinal, a programação neurolinguística é uma ferramenta muito eficaz para compreender a si mesmo, os outros indivíduos e a sociedade como um todo.

 


PROFISSÃO:TERAPEUTA

Websérie com 19 episódios. Disponível no YouTube.

 


BLOGS PARCEIROS DESTE ARTIGO

https://hipnose.blog.br/blog e http://casadapnl.com.br/blog

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