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Chico Xavier é homem do futuro, e não do passado

Publicado em 2 de abril de 2019 por Juliano Pozati

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Fica o meu convite: inspire-se com Chico Xavier! Esse homem está longe de ser uma peça de cera no museu da mediunidade. Ao contrário, ele é o protótipo de cidadão da nova era!

Meus queridos amigos do Colegiado de Guardiões da Humanidade, o papo é direto e reto: quem vive de passado é museu! – e olhe lá, já que os do Brasil queimam com alguma facilidade… Acidez à parte, digo que, ao produzirmos o documentário QUANDO LEMBRO DE CHICO, nós, da Pozati Filmes, nunca quisemos exibir o convencional saudosismo blasé do espiritismo institucional, que lembra com saudades os tempos em que testemunhou boquiaberto a manifestação histórica do homem eleito como o maior brasileiro de todos os tempos. 

Nós reconhecemos em Chico Xavier um exemplo viável para todos os seres que partilharão o Mundo de Regeneração. Ao olharmos para trás, com os amigos de sua intimidade, queríamos um filme que levasse nossa audiência em todo o mundo a olhar para frente, descobrindo seu papel de protagonismo na construção da nova era. 

A obra de Chico Xavier e o seu testemunho histórico no programa “Pinga-Fogo” de 1971 apontam para um futuro magnífico, que dá sinais e contrações na proximidade de seu nascimento. É claro, meus amigos, que todo parto dói. Nascer requer coragem! Vivemos tempos angustiosos, onde nossas piores sombras são trazidas à luz. Contudo, a expectativa global criada pelo documentário Data Limite, segundo Chico Xavier, não é à toa. “Todos no mundo sabem, de alguma forma, que há algo de errado com o sistema – declarou o antropólogo Michael Tellinger ao documentário No meio de nós. Mas há sinais de esperança”, arrematou Paul Hellyer, ex-ministro de defesa do Canadá, em entrevista para a Pozati Filmes. Se formos capazes de superar nossos medos e nossas culpas, nos abrindo completamente à sintonia e à conexão com os planos superiores, nós seremos essa esperança. Aí entra o protagonismo da MEDIUNIDADE no fim dos tempos. 

Neste momento histórico, somos chamados à prática da espiritualidade a partir do relacionamento mediúnico com seres comprometidos com nossa evolução. Essa espiritualidade nos leva ao desabrochar de nossa identidade, já que a descoberta do espírito é a descoberta de si mesmo, como diz o Dr. Sérgio Felipe de Oliveira. Seres humanos conscientes de sua identidade trilham de forma segura o caminho da superação das dores e da evolução no contexto em que estão inseridos, exercendo sua cidadania com equilíbrio e maturidade na expressão de seus direitos e de seus deveres. Com efeito, a MEDIUNIDADE não pode ser sinônimo de escândalos midiáticos; mediunidade é evolução. Espiritualidade não pode ser blasé; espiritualidade é revolução.

Muito diferente disso. O que está ocorrendo foi predito pelo profeta Joel: “Nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre todos os povos, os seus filhos e as suas filhas profetizarão, os jovens terão visões, os velhos terão sonhos. Sobre os meus servos e as minhas servas derramarei do meu Espírito naqueles dias, e eles profetizarão.”[1]

Olhar para Chico Xavier é nos posicionarmos conscientemente no momento histórico em que vivemos, assumindo nossa responsabilidade e nosso protagonismo diante das transformações que se apresentam diante de nós. Chico testemunhou com sua vida e sua obra a viabilidade do Evangelho de Jesus, manifesto constitucional que irá pautar e alicerçar a nova era.

 

“A efervescência que por vezes se manifesta em toda uma população, entre os homens de uma mesma raça, não é coisa fortuita, nem resultado de um capricho; tem sua causa nas leis da natureza. Essa efervescência, inconsciente a princípio, não passando de vago desejo, de aspiração indefinida por alguma coisa melhor, de certa necessidade de mudança, traduz-se em uma surda agitação, depois em atos que levam às revoluções sociais, que, acreditai-o, também têm sua periodicidade, como as revoluções físicas, pois que tudo se encadeia. Se não tivésseis a visão espiritual limitada pelo véu da matéria, veríeis as correntes fluídicas que, como milhares de fios condutores, ligam as coisas do mundo espiritual às do mundo material. Quando se vos diz que a humanidade chegou a um período de transformação e que a Terra tem que se elevar na hierarquia dos mundos, nada de místico vejais nessas palavras; vede, ao contrário, a execução de uma das grandes leis fatais do Universo, contra as quais se quebra toda a má vontade humana.ARAGO.[2]

 

Eu sou um entusiasta do novo tempo. É para isso que encarnamos neste momento da história humana: para reconhecer, em Chico e em toda a efervescência do novo que pulula pelo planeta, o movimento cósmico de ascensão de nosso orbe, atendendo às leis universais, capazes de “quebrar toda má vontade humana”, como bem disse Arago.

Fica o meu convite: inspire-se com Chico! Esse homem está longe de ser uma peça de cera no museu da mediunidade. Ao contrário, ele é o protótipo de cidadão do futuro que nasce diante de nós!

 

Abraço grande!

Sempre avanti! Che questo è lá cosa piú importante! 

Juliano Pozati

 

[1] Atos 2, 17-18.

[2] Kardec, Allan. A gênese os milagres e as predições segundo o espiritismo. As predições segundo o espiritismo, Capítulo XVIII – Os tempos são chegados; Sinais dos tempos.

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