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Blim, blão! Quem bate? Eu, a renovação.

Publicado em 17 de maio de 2018 por Marcos Leão

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O mundo passa por instantes decisivos, em que tudo e todos estão sendo colocado em xeque. Não há mais como afirmar com segurança que o que construímos até hoje permanecerá. E falar de mediunidade, reencarnação, obsessão qualquer novela das seis já fala.

Espírito Calunga

Psicografia do médium Marcos Leão

 

Vivemos momentos difíceis…

O mundo passa por instantes decisivos, em que tudo e todos estão sendo colocado em xeque. Não há mais como afirmar com segurança que o que construímos até hoje permanecerá. Seja em que lado da vida estivermos, as transformações naturais de um mundo em constante renovação nos alcançarão. Melhor assim, eu digo, pois não há como viver sem que algo nos incentive a mudar. E mais uma vez aqui, onde me encontro, ou na Terra, necessitaremos desse incentivo divino.

Certa vez, conversando com um amigo, ele exclamou: “Poxa, Calunga, que coisa, rapaz! Então, quem diria, você é adepto desta onda de pessimismo catastrófico que ronda nossas vidas? Sim, pois não há um dia em que não se ouça que o fim está próximo e que corremos o risco de não sobreviver por além de mais alguns pouquíssimos anos. Leiam as profecias, as de João Evangelista, as dos Incas, as dos Maias, as de sei lá quem. Digo a você, com toda a sinceridade, que não suporto mais tanto terrorismo emocional. Já nem sei se saio de casa, pois pode ocorrer que um asteroide ache de cair bem em cima de minha cabeça. A água está no fim; onde era frio já não é mais. Terremoto, maremoto, vulcão, chuvas que mais parecem um dilúvio bíblico… e tome seca. Olha só, meu povo: do jeito como as coisas andam, somente Deus para nos tirar dessa fria!”.

Pois é, meu amigo, então sou eu, Calunga, o cavaleiro do apocalipse, não é? Veja que você mesmo citou um número de tragédias de fazer inveja a qualquer diretor de cinema-catástrofe lá das terras do Tio Sam. Mas, deixando o exagero de lado, são, sim, momentos, como iniciei nossa conversa, que pedem mais atenção de todos nós. Diariamente, somos sacudidos por verdadeiras tragédias anunciadas, que se incorporam ao nosso dia a dia, sejam nas questões sociais, políticas ou científicas. Sobressaltados, seguimos em frente, alguns ainda não entendendo que não dá mais para simplesmente acordar e fazer o que habitualmente era feito até pouco tempo atrás.

Mais uma vez, não me entendam como alguém que quer apenas dar mais cor a um cenário de dor e tormentos. Não! Desejo apenas que todos nós, em humanidade, comecemos a fazer algo de concreto, mesmo que tardiamente, a meu ver. Deus quer ser nosso parceiro! Penso eu que essas são maneiras que o criador está utilizando para que acordemos para o próprio caos que criamos e estamos sustentando.

Agora quero falar especialmente para os que se julgam espiritualizados:

Quando é que vocês irão acordar e fazer alguma coisa de concreto? – sim, vocês que dizem que representam o consolador prometido. Está na hora, minha gente, de deixar de querer ser médium e atuar de maneira mais prática. Chega desses encontros regados a muita comida e pouca ação. Falar de mediunidade, reencarnação, obsessão e tudo mais qualquer novela das seis já fala. Então, só resta implicar com os outros que estão tentando fazer algo de útil. Para oficializar tal incoerência, levanta-se a bandeira da pureza doutrinária e da unificação, que nada mais significa que rezar de acordo com a cartilha de quem diz possuir a verdade. Minha gente, um reino dividido por si já é vencido e, sem força, nada de bom realiza. Ou seja, danou-se! Quero ver quando chegarem aqui os dirigentes, donos de casas espíritas, com suas palavras difíceis, com entonação chorosa, arrastando-se envoltos nos mulambos e nos farrapos de suas pretensas realezas, e darem de cara com quem realmente conduziu suas palestras doutrinárias, seus chamados mentores impávidos e inumanos, que de elevação somente têm a vaidade e a prepotência sem igual.

Pois bem, está dado o recado.

Para que vocês tenham uma ideia do momento especial que vivemos, aqui, onde eu, Calunga, vivo, não há um dia em que não recebemos visitas de espíritos de diversas áreas a nos capacitarem de maneira especial. São tantas as especialidades que hoje, aqui, na cidade espiritual, não existe mais um indivíduo com uma função e uma condição de auxílio apenas. Estamos sendo treinados para executar ações múltiplas, principalmente para que, em momentos críticos, tenhamos condições de ser mais eficientes. Esses verdadeiros benfeitores anônimos chegam até nós de maneira a nos fazerem entender que quem fez o estrago que o arrume. Não há a desculpa de que sou fulano de tal, ou sou filho de beltrano, ou, ainda, sou concursado, fiz isso ou aquilo na Terra, portanto, tenho regalias. Aqui, ou se está disposto a realizar as tarefas ou dê licença, porque tem gente querendo trabalhar.

Podem alguns estranhar a forma com que falo aqui; “este não é o Calunga que eu conheço”. Porém, quem pode garantir que alguém verdadeiramente me conhece, não é mesmo? Mas não se preocupe, não sou uma espécie de agente infiltrado que deseja promover mais confusão do que esta que todos estamos vivendo. Sou apenas um espírito otimista, que acredita na força de trabalho da nossa raça humana e que, à minha maneira, contribuo para tornar as coisas mais apropriadas às condições de nosso entendimento. E, vejam bem, eu disse que contribuo, não disse que eu tento. Para muitos isso pode soar como prepotência e orgulho. Mas, meus queridos, eu acredito no que faço e há muito já venci essa doença de falsa modéstia. Gostando ou não, usando de uma linguagem popular, eu me garanto e você?

 

Espírito Calunga

Psicografia do médium Marcos Leão

 

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